Barcelona: Hospital Santa Creu i Sant Pau

Por: Renata Mello

PORTUGUÊS

Barcelona é uma cidade que possui muitas obras singulares da arquitetura mundial, tendo como destaque as instalações do antigo “Hospital Santa Creu i Sant Pau”. Esse local possui um impressionante conjunto arquitetônico idealizado originalmente por 48 pavilhões destinados a saúde, os quais foram projetados pelo arquiteto modernista catalão Lluís Domènech i Montaner no ano de 1901. Concretamente apenas 27 edifícios foram construídos entre 1902 a 1930, mas somente 16 seguiram o projeto original.

Montaner estudou o que havia de vanguarda para a época do ponto de vista médico, tecnológico e arquitetônico e propôs soluções espaciais que nasciam em função das necessidades humanas. Após um período de pesquisas, o arquiteto projetou edifícios com numerosas janelas, implantados estrategicamente no terreno segundo a importância de suas funções dentro do sistema hospitalar. Além disso, os prédios foram posicionados para facilitar a entrada de luz natural, a ventilação constante e permitir o contato visual entre o interior e o jardim proposto, criando uma atmosfera salubre. As soluções adotadas favoreciam a pronta recuperação dos pacientes e melhoravam as condições laborais dos médicos e demais trabalhadores.

Efetivamente as atividades do complexo se iniciaram em 1916 e foram até 2009, mas desde 1997 é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, transcendendo sua importância inicial. Atualmente o antigo “Hospital Santa Creu i Sant Pau” está aberto à visitação e convida aos amantes das artes e da boa arquitetura a desfrutar deste lugar que encanta os olhos e traz paz a alma.

A seguir encontra-se uma exposição fotográfica contendo imagens captadas por Renata Mello, durante visita realizada em setembro de 2019. Desfrutem!

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ESPAÑOL

Barcelona es una ciudad que tiene muchas obras únicas de arquitectura mundial, destacando las instalaciones del antiguo “Hospital Santa Creu i Sant Pau“. Este sitio tiene un impresionante conjunto arquitectónico diseñado originalmente por 48 pabellones de salud, que fueron diseñados por el arquitecto modernista catalán Lluís Domènech i Montaner en el año 1901. Específicamente, solo se construyeron 27 edificios entre 1902 y 1930, pero 16 siguieron el proyecto original.

Montaner estudió lo que estaba a la vanguardia de la época desde un punto de vista médico, tecnológico y arquitectónico, y propuso soluciones espaciales que nacieron en respuesta a las necesidades humanas. Después de un período de investigación, el arquitecto diseñó edificios con numerosas ventanas, ubicadas estratégicamente en el suelo de acuerdo con la importancia de sus funciones dentro del sistema hospitalario. Además, los edificios se colocaron para facilitar la entrada de luz natural, ventilación constante y permitir el contacto visual entre el interior y el jardín propuesto, creando una atmósfera saludable. Las soluciones adoptadas favorecieron la pronta recuperación de los pacientes y mejoraron las condiciones de trabajo de los médicos y otros trabajadores.

De hecho, las actividades del complejo comenzaron en 1916 y fueron hasta 2009, pero desde 1997 se considera Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO, trascendiendo su importancia inicial. Hoy en día, el antiguo “Hospital Santa Creu i Sant Pau” está abierto a los visitantes e invita a los amantes de las artes y la buena arquitectura a disfrutar de este lugar que deleita los ojos y trae paz al alma.

A continuación, se muestra una exposición fotográfica que contiene imágenes tomadas por Renata Mello durante una visita realizada en septiembre de 2019. ¡Disfruta!

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Stanley Kubrick: Uma visão crítica da sociedade

Por: Renata Mello
PORTUGUÊS
Stanley Kubrick foi um importante cineasta do século XX, criando filmes inusitados que refletem comportamentos, avanços e debilidades das sociedades, atuando como um espelho sobre a realidade. Através de sua arte, Kubrick expõe muitas vezes situações limites para instigar a reflexão e a discussão sobre as condutas sociais, políticas e culturais, recebendo constantemente críticas sobre seu trabalho.
Por possuir grande influência nas gerações que o sucedem e pela relevância de suas produções, o Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB), apresenta a exposição “Stanley Kubrick 1928 – 1999”. Essa mostra retrata o início de sua trajetória como fotógrafo da revista Look, depois as primeiras iniciativas cinematográficas com recursos próprios, até suas grandes produções, já com o reconhecimento de seu talento dentro de seu campo de atuação.
Ao percorrer esta exposição é possível encontrar objetos de filmagem, como as claquetes de cinema, a cadeira do diretor, bem como figurinos, cronograma de rodagem, orçamentos, ‘story boards’, maquetes, entre outros elementos. Esses recursos expositivos permitem ao visitante viajar no universo criativo e diverso de Kubrick.

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Foto 1 e 2: Acessórios do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”(1968)
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Foto 3 e 4: Acessórios do filme “De olhos bem fechados” (1999)
Kubrick ao longo de sua carreia não se ateve apenas a um gênero cinematográfico. Sua liberdade criativa o levou a produzir filmes de época, de ficção científica, terror, entre outros. Apesar da diversificação dos gêneros, o denominador comum de seu trabalho sempre foi trazer uma mensagem ao expectador que o fizesse indagar sobre o ser humano e suas relações com as estruturas: científico-tecnológicas, sociais, políticas ou culturais. Suas obras mais conhecidas passam por: “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968); “Laranja Mecânica” (1971); “Barry Lyndon” (1975), “O Iluminado” (1980) e “De olhos bem fechados” (1999).
Dentre os trabalhos mencionados, cabe observar que já se passaram 50 anos do lançamento do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço” –  trabalho de ficção científica proposto por Kubrick. Apesar do tempo transcorrido a narração e as indagações propostas ainda são muito pertinentes.
Esse trabalho retrata inicialmente um pequeno grupo macacos lutando por sobrevivência em seu habitat natural. Dentro deste contexto, surge um segundo grupo de primatas que lutam para conquistar o território dos primeiros, através de gritos e postura de força.
Com o passar do tempo, através da observação e experimentação, o segundo grupo descobre uma nova forma para dominar o território do outro grupo. Agora, através da FERRAMENTA, artefatos originários de ossos de animais, passam a exercer a função de arma e INSTRUMENTO de poder. Surge uma nova maneira de dominar.
Após esta etapa, Kubrick leva o espectador do passado primata ao futuro do homem nas galáxias. Neste momento, o ser humano possui novos CONHECIMENTOS e novas FERRAMENTAS, agora o território almejado vai muito além do planeta Terra.
Neste momento, nota-se muitas ações sigilosas por parte dos pesquisadores aeroespaciais, pois se fazia necessário conhecer mais e filtrar as informações que seriam divulgadas aos demais. O conhecimento segue como uma forma de DOMÍNIO.
Em um terceiro momento, o diretor convida a reflexão entre os LIMITES na relação HOMEM-MÁQUINA. Durante uma missão a Júpiter, os astronautas confiam a condução da nave espacial, ao programa de computador Hall 9000. Durante a viagem o sistema detecta um possível problema em um dos equipamentos da Nave, forçando um dos astronautas a sair na área externa para efetuar o reparo.
Ao avaliarem a peça teoricamente problemática, os astronautas não identificam nenhum defeito e começam a questionar se o sistema de computador era mesmo 100% confiável.  A partir daí, traça-se uma batalha de sobrevivência entre o líder astronauta e o programa de computador. Ao final, o astronauta consegue desativar o programa e volta a realizar sua viagem em segurança.
Essa reflexão da terceira parte é muito contemporânea. Hoje mais do que nunca, as pessoas estão convivendo com as máquinas no seu dia a dia e as projeções futuras indicam um grande crescimento neste sentido. ATÉ QUE PONTO É POSSÍVEL UTILIZÁ-LAS CEGAMENTE? QUAL O LIMITE CONFIÁVEL ENTRE O HOMEM E A MÁQUINA?
São perguntas que ficam no ar e que são muito pertinentes para a sociedade do século XXI. Em 2017, por exemplo, o país da Arábia Saudita concedeu cidadania, a Sophia – um robô comandado por Inteligência Artificial, que possui mais direitos que as mulheres sauditas. Ela pode circular sem a presença de um homem e não precisa andar coberta. COMO SERÁ O FUTURO ENTRE OS ROBÔS “INTELIGENTES” E OS SERES HUMANOS? Esse assunto gera muita polêmica e ainda caberá ser enfrentado na busca por novas condutas políticas, sociais e econômicas.
Retomando ao filme em análise, Kubrick conduz o espectador a um momento final, em que o HOMEM agora só, confronta com sua FINITUDE. Apresentando as limitações do corpo até a libertação de sua alma e simultânea comunhão com o universo. Quer mostrar que o SER HUMANO TRANSCENDE A MATÉRIA e isso não deve ser perdido de vista. Sem dúvida, um filme profundo, atual e que convida a refletir sobre as práticas de conduta.
Além de “2001: Uma Odisséia no Espaço” é válido observar também como exemplo de produção cinematográfica de Kubrick, o filme “De olhos bem fechados” (Eyes Wide Shut) de 1999.  Neste último trabalho de sua vida, o diretor foca nos gêneros de drama e suspense com Nicole Kidman e Tom Cruise em uma história que envolve questionamentos sobre o INSTINTO SEXUAL, seus LIMITES MORAIS e formas de DOMINAÇÃO SOCIAL.
Os personagens principais desta trama são um médico renomado chamado Bill e sua esposa Alice. O doutor possuí um importante título universitário, muito dinheiro e uma bela esposa, SÍMBOLOS de seu PRESTÍGIO. A trama começa quando Alice quebra a segurança do marido ao dizer que já pensou em traí-lo com um desconhecido da marinha e se demostra pouco interessada em se relacionar com seu marido. A partir disso, Bill fica descompensado buscando resgatar sua fortaleza sexual, aceitando flertar com mulheres bonitas e atraentes, no entanto, não passa deste ponto.
Ao longo da trama, Kubrick utiliza a simbologia do arco-íris como sendo o trajeto necessário a Bill para encontrar seu “pote de ouro”.  E nesta busca, entra em uma sociedade secreta da alta sociedade, onde existem pessoas mascaradas que praticam orgias e onde as REGRAS SOCIAIS são deixadas de lado. Justamente pelo anonimato obtido pelas máscaras, algumas condutas sociais consideradas “adequadas” são deixadas de lado, prevalecendo puramente o instinto.
Entre tantas ofertas para trair sua esposa, acaba sendo sempre desviado da tentação e descobre ao voltar para o seu lar, a essência do amor e a importância da base familiar que construiu. O filme retrata o mundo de aparências sociais, onde faz-se necessário o uso de “máscaras” para que haja aceitação em determinadas camadas da sociedade.
Kubrick propõe um confronto entre o INDIVÍDUO E SEU COLETIVO, a LIBERDADE VERSOS AS CONVENÇÕES, o DOMINADOR VERSOS O DOMINADO. Novamente há um convite para o expectador refletir e ser crítico sobre seu papel dentro de seu contexto social.
A partir dos estudos feitos sobre Kubrick é possível dizer que ele adota como premissa a CULTURA COMO FORMA DO HOMEM REFLETIR SOBRE SI MESMO, ATRAVÉS DE QUESTÕES MULTIDIMENSIONAIS LIGADAS A VIDA COTIDIANA, A MORAL, AOS CONHECIMENTOS, A CIÊNCIA, A SEXUALIDADE, AO PERTENCIMENTO, ABARCANDO SABERES MUITO DIFERENTES.
Kubrick se destaca no século XX, por ser um profissional autodidata, que a partir de seu olhar treinado e seu senso crítico, conseguiu LER O SEU TEMPO e SEU CONTEXTO CULTURAL, SOCIAL, POLÍTICO E ECONÔMICO, ligados a sociedade ocidental contemporânea após as grandes Guerras Mundiais e Guerra Fria.
Ele buscou sempre utilizar os novos recursos tecnológicos e de diferentes linguagens para expressar de forma criativa e livre a sua leitura da sociedade, refletindo como um espelho as práticas humanas adotadas. Enfim, KUBRICK INCITA SEMPRE O QUESTIONAMENTO CRÍTICO E UMA AÇÃO MAIS CONSCIENTE DAS PESSOAS DENTRO DE SUAS SOCIEDADES.

Stanley Kubrick: Una visión crítica de la sociedad

ESPAÑOL
Por: Renata Mello
Stanley Kubrick fue un importante cineasta del siglo XX, creando películas inusitadas que reflejan comportamientos, avances y debilidades de las sociedades, actuando como un espejo sobre la realidad. A través de su arte, Kubrick expone muchas veces situaciones límite para instigar la reflexión y la discusión sobre las conductas sociales, políticas y culturales, recibiendo constantemente críticas sobre su trabajo.
Por su gran influencia en las generaciones que lo suceden y por la relevancia de sus producciones, el Centro de Cultura Contemporánea de Barcelona (CCCB), presenta la exposición “Stanley Kubrick 1928 – 1999“. Esta muestra retrata el inicio de su trayectoria como fotógrafo de la revista Look, luego las primeras iniciativas cinematográficas con recursos propios, hasta sus grandes producciones, ya con el reconocimiento de su talento dentro de su campo de actuación.
Al recorrer esta exposición es posible encontrar objetos de filmación, como las claquetas de cine, la silla del director, así como figurines, cronograma de rodaje, presupuestos, ‘story boards’, maquetas, entre otros elementos. Estos recursos expositivos permiten al visitante viajar en el universo creativo y diverso de Kubrick.

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Foto 1 y 2: Accesorios de la película “2001: Una Odisea en el espacio” (1968)
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Foto 3 y 4: Accesorios de la película “De ojos bien cerrados” (1999)
Kubrick a lo largo de su carrera no se ha a sólo un género cinematográfico. Su libertad creativa lo llevó a producir películas de época, de ciencia ficción, terror, entre otros. A pesar de la diversificación de los géneros, el denominador común de su trabajo siempre fue traer un mensaje al espectador que lo hiciera indagar sobre el ser humano y sus relaciones con las estructuras: científico-tecnológicas, sociales, políticas o culturales. Sus obras más conocidas pasan por: “2001: una Odisea en el espacio” (1968); “Naranja Mecánica” (1971); “Barry Lyndon” (1975), “El Iluminado” (1980) y “De ojos bien cerrados” (1999).
Entre los trabajos mencionados, cabe observar que ya pasaron 50 años del lanzamiento de la película “2001: una Odisea en el espacio” – trabajo de ciencia ficción propuesto por Kubrick. A pesar del tiempo transcurrido la narración y las indagaciones propuestas todavía son muy pertinentes.
Este trabajo retrata inicialmente un pequeño grupo monos luchando por sobrevivencia en su hábitat natural. Dentro de este contexto, surge un segundo grupo de primates que luchan para conquistar el territorio de los primeros, a través de gritos y postura de fuerza.
Con el paso del tiempo, a través de la observación y experimentación, el segundo grupo descubre una nueva forma para dominar el territorio del otro grupo. Ahora, a través de la HERRAMIENTA, artefactos originarios de huesos de animales, pasan a ejercer la función de arma e INSTRUMENTO de poder. Surge una nueva manera de dominar.
Después de esta etapa, Kubrick lleva al espectador del pasado primates al futuro del hombre en las galaxias. En este momento, el ser humano posee nuevos CONOCIMIENTOS y nuevas HERRAMIENTAS, ahora el territorio anhelado va mucho más allá del planeta Tierra.
En este momento, se nota muchas acciones sigilosas por parte de los investigadores aeroespaciales, pues se hacía necesario conocer más y filtrar las informaciones que serían divulgadas a los demás. El conocimiento sigue como una forma de DOMINIO.
En un tercer momento, el director invita a la reflexión entre los LÍMITES en la relación HOMBRE-MÁQUINA. Durante una misión a Júpiter, los astronautas confían la conducción de la nave espacial, al programa de ordenador Hall 9000. Durante el viaje el sistema detecta un posible problema en uno de los equipos de la Nave, forzando a uno de los astronautas a salir en el área externa para efectuar la reparación.
Al evaluar la pieza teóricamente problemática, los astronautas no identifican ningún defecto y empiezan a cuestionar si el sistema informático era incluso 100% confiable. A partir de ahí, se traza una batalla de supervivencia entre el líder astronauta y el programa de ordenador. Al final, el astronauta consigue desactivar el programa y vuelve a realizar su viaje en seguridad.
Esta reflexión de la tercera parte es muy contemporánea. Hoy más que nunca, la gente está conviviendo con las máquinas en su día a día y las proyecciones futuras indican un gran crecimiento en este sentido. ¿HASTA QUE PUEDE UTILIZAR LAS CEGAMENTE? ¿QUÉ EL LÍMITE CONFIABLE ENTRE EL HOMBRE Y LA MÁQUINA?
Son preguntas que quedan en el aire y que son muy pertinentes para la sociedad del siglo XXI. En 2017, por ejemplo, el país de Arabia Saudita concedió ciudadanía, Sophia – un robot comandado por Inteligencia Artificial, que tiene más derechos que las mujeres sauditas. Ella puede circular sin la presencia de un hombre y no necesita andar cubierta. ¿CÓMO SERÁ EL FUTURO ENTRE LOS ROBOS “INTELIGENTES” Y LOS SERES HUMANOS? Este tema genera mucha polémica y todavía cabe afrontar en la búsqueda de nuevas conductas políticas, sociales y económicas.
Retomando a la película en análisis, Kubrick conduce al espectador a un momento final, en el que el HOMBRE ahora sólo, confronta con su FINITUD. Presentando las limitaciones del cuerpo hasta la liberación de su alma y simultánea comunión con el universo. Quiere mostrar que el SER HUMANO TRANSCENDE LA MATERIA y eso no debe perderse de vista. Sin duda, una película profunda, actual y que invita a reflexionar sobre las prácticas de conducta.
Además del “2001: Una Odisea en el espacio” es válido observar también como ejemplo de producción cinematográfica de Kubrick, la película “De ojos bien cerrados” (Eyes Wide Shut) de 1999.En el último trabajo de su vida, el director se enfoca en los géneros, en el que se habla de la película “De ojos cerrados” de drama y suspenso con Nicole Kidman y Tom Cruise en una historia que involucra cuestionamientos sobre el INSTINTO SEXUAL, sus LÍMITES MORAIS y formas de DOMINACIÓN SOCIAL.
Los personajes principales de esta trama son un médico renombrado llamado Bill y su esposa Alice. El doctor posee un importante título universitario, mucho dinero y una bella esposa, SÍMBOLOS de su PRESTÍGIO. La trama comienza cuando Alice rompe la seguridad del marido al decir que ya pensó en traicionarlo con un desconocido de la marina y se muestra poco interesada en relacionarse con su marido. A partir de eso, Bill queda descompensado buscando rescatar su fortaleza sexual, aceptando coquetear con mujeres bonitas y atractivas, sin embargo, no pasa de este punto.
A lo largo de la trama, Kubrick utiliza la simbología del arco iris como el trazado necesario a Bill para encontrar su “bote de oro”. Y en esta búsqueda, entra en una sociedad secreta de la alta sociedad, donde hay personas enmascaradas que practican orgías y donde las REGLAS SOCIALES son dejadas de lado. Justamente por el anonimato obtenido por las máscaras, algunas conductas sociales consideradas “adecuadas” son dejadas de lado, prevaleciendo puramente el instinto.
Entre tantas ofertas para traicionar a su esposa, acaba siendo siempre desviado de la tentación y descubre al volver a su hogar, la esencia del amor y la importancia de la base familiar que construyó. La película retrata el mundo de apariencias sociales, donde se hace necesario el uso de “máscaras” para que haya aceptación en determinadas capas de la sociedad.
Kubrick propone una confrontación entre el INDIVIDUO Y SU COLECTIVO, la LIBERTAD VERSOS DE LAS CONVENCIONES, el DOMINADOR VERSOS EL DOMINADO. Nuevamente hay una invitación para el espectador reflexionar y ser crítico sobre su papel dentro de su contexto social.
A partir de los estudios hechos sobre Kubrick es posible decir que él adopta como premisa la CULTURA COMO FORMA DEL HOMBRE REFLEJAR SOBRE SI MISMO, A TRAVÉS DE CUESTIONES MULTIDIMENSIONALES LIGADAS A VIDA COTIDIANA, LA MORAL, A LOS CONOCIMIENTOS, LA CIENCIA, LA SEXUALIDAD, EL PERTENIMIENTO, ABARCANDO SABERES MUY DIFERENTES.
Kubrick se destaca en el siglo XX, por ser un profesional autodidacta, que a partir de su mirada entrenada y su sentido crítico, logró LEER SU TIEMPO y SU CONTEXTO CULTURAL, SOCIAL, POLÍTICO Y ECONÓMICO, ligados a la sociedad occidental contemporánea tras las grandes Guerras Mundiales y Guerra Fría.
Él buscó siempre utilizar los nuevos recursos tecnológicos y de diferentes lenguajes para expresar de forma creativa y libre su lectura de la sociedad, reflejando como un espejo las prácticas humanas adoptadas. En fin, KUBRICK INCITA SIEMPRE EL CUESTIONAMIENTO CRÍTICO Y UNA ACCIÓN MÁS CONSCIENTE DE LAS PERSONAS DENTRO DE SUS SOCIEDAD.

Inteligência Artificial: Você já ouviu falar?

Por: Renata Mello

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Fonte: Pixabay
PORTUGUÊS
Como o próprio nome sinaliza, trata-se da inteligência vinda das máquinas. Essas compilam dados humanos em âmbito pessoal e coletivo para formar uma base de dados poderosa, que certamente vem impactando a vida das pessoas e será ainda mais tangível no futuro.
Cientes da relevância deste assunto para o meio acadêmico, a Universitat Internacional de Catalunya – UIC convidou a presidente da Microsoft Espanha, a senhora Pilar López Álvarez, para expor sobre este assunto durante a abertura do ano acadêmico 2018-2019. 
Nesta ocasião destacou as oportunidades e responsabilidades em se trabalhar com dados pessoais e coletivos. Citou que assuntos como privacidade e segurança das informações captadas devem estar a frente dos que trabalham com este processo.
A partir do uso responsável e ético dos dados, afirma que essa revolução pode trazer muitos benefícios. Pilar cita como exemplo, o caso das pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Estas poderão ver atendidas parte das suas necessidades, antes inimagináveis.
Além disso, essa importante revolução tecnológica já vem rompendo fronteiras entre as pessoas de diferentes nacionalidades, permitindo em tempo real a tradução em diferentes idiomas. Essa tecnologia ainda está embrionária, mas poderá evoluir muito neste sentido.
Sobretudo, a palestrante acredita que a inteligência artificial poderá potencializar a inteligência humana, compreendendo que esta será uma das maiores benesses. Lança aos docentes, o desafio de conciliar todos esses avanços no processo de ensino e aprendizagem.
Os desafios e as oportunidades neste novo cenário são diversos. Cabendo cada indivíduo utilizar a tecnologia com responsabilidade. Que venham estes novos avanços!

 

¿Has oído hablar de la Inteligencia Artificial?

ESPAÑOL
Como el propio término señala, se trata de la inteligencia que proviene de las máquinas. Éstas recopilan datos humanos en un ámbito personal y colectivo para formar una poderosa base de datos que ciertamente va impactando en la vida de las personas y cuyos efectos serán aún más tangibles en el futuro.
La Universitat Internacional de Catalunya – UIC invitó a la presidenta de Microsoft España, la señora Pilar López Álvarez, a exponer sobre este asunto durante la apertura del año académico 2018-2019, conscientes de la relevancia de este asunto para el medio académico.
En esta ocasión destacó las oportunidades y responsabilidades en el trabajo con datos personales y colectivos. Asuntos como la privacidad y la seguridad de la información captada deben estar al frente de los que trabajan con este proceso.
A partir del uso responsable y ético de los datos, afirma que esta revolución puede traer muchos beneficios. Pilar cita como ejemplo, el caso de las personas que poseen algún tipo de discapacidad. Estas podrán ver atendidas parte de sus necesidades de modo antes inimaginable.
Además, esa importante revolución tecnológica ya viene rompiendo fronteras entre las personas de diferentes nacionalidades, permitiendo en tiempo real la traducción en diferentes idiomas. Esta tecnología todavía es embrionaria, pero puede evolucionar mucho en este sentido.
Especialmente, la oradora cree que la inteligencia artificial podrá potenciar la inteligencia humana, comprendiendo que éste será uno de los mayores beneficios. Lucha de los docentes, el desafío de conciliar todos estos avances en el proceso de enseñanza y aprendizaje.
Los desafíos y las oportunidades en este nuevo escenario son diversos. Compete a cada individuo utilizar la tecnología con responsabilidad. ¡Que vengan estos nuevos avances!

Design Week de Milão: Tendências

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Por: Renata Mello

A badalada Design Week de Milão ocorreu entre os dias 17 a 22 de Abril e atraiu  pessoas de todos os continentes que foram fazer negócios, identificar novas tecnologias, trocar experiências e captar as tendências propostas pelos renomados designers e arquitetos. Estes profissionais participaram das inúmeras instalações, dentro do salão do móvel e nos eventos simultâneos espalhados pela capital milanesa.

Para identificar as novidades deste evento, Renata assistiu palestras sobre os destaques de Milão com as jornalistas responsáveis pela edição da revista Casa Claudia, Eliana Sanches e Denise Gustavsen e outra com a arquiteta Marília Pellegrini. Para somar as suas fontes, leu a edição da revista Casa Vogue sobre o evento. 

O que se destaca em todos os discursos é que cada vez mais os ambientes, objetos e acabamentos estão sendo elaborados para proporcionar experiências únicas, através de instalações sensoriais.  

Somado a este cenário, as cores quentes como os vermelhos e os alaranjados foram aplicadas juntas ou associadas aos tons de violeta. Outra combinação predominante foi o terracota com o verde estando em quase todos os lugares. Já o rosê foi considerado a cor neutra do momento. 

Para contrapor com as matizes explosivas, os tons pastéis estiveram presentes em peças com efeito degradê compondo os acabamentos de mobiliários, cortinas e peças de design. 

Esses tons mais serenos também predominaram nos ambientes internos que foram concebidos para estimular paz e quietude ao espírito, convidando as pessoas a momentos de relaxamento em meio ao caos vivenciado em suas rotinas.

Outra tendência que se manteve forte foi a crescente consciência ecológica, a partir do reuso de objetos e materiais. Um forte exemplo esteve presente na 3D Housing 05, casa impressa em 3D, do arquiteto Massimiliano Locatelli, na qual foram utilizados restos de demolição como matéria prima.

Além dos materiais ecológicos, destacou-se também o uso crescente de vidros e espelhos com alta tecnologia e com efeitos plásticos variados que poderão enriquecer ainda mais os ambientes.

Em meio a tantos lançamentos e proposições, mais uma boa notícia: o Brasil se sobressaiu na semana por sua crescente produção no design de qualidade. Um excelente indicador para o mercado nacional. Que siga crescendo e estimulando novas criações!

Festival: mObgraphia 2018

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Foto: Renata Mello, 2018

 

Por: Renata Mello
O mObgraphia 2018 é a quinta edição do festival dedicado a produção de fotografias com smartphones. Para coroar o início das atividades, na sexta (20) ocorreu no MIS – Museu da Imagem e do Som – o anúncio dos vencedores ao prêmio mObgraphia 2018* nas 6 categorias abertas: arte; documental; paisagem; preto & branco; retrato e street. 
Os convidados da noite de abertura puderam apreciar a poética visual das obras premiadas. Essas fotografias estão disponíveis para contemplação pública nos meses de Abril e Maio no MIS/SP. Vale a pena conferir!
Em paralelo ocorrerão exposições exclusivas na Biblioteca Mario de Andrade de 1 de Maio a 17 de Junho e fórum de educação visual no início de Junho neste mesmo local.
Além disso, o festival contará com a ação social: “Mobgraphia Inclusiva” promovendo oficinas nos CEUS da capital ao longo do mês de Maio, com o intuito de democratizar a prática de retratar as cenas da vida utilizando smartphones.
Com todas estas ações simultâneas, o mObgraphia via reforçar o poder dos registros fotográficos através dos celulares como uma forma importante de comunicação no mundo atual. Bora fotografar!
*Para conhecer mais sobre os vencedores do prêmio “mObgraphia 2018” veja no instagram: @renatamello.blog

8 Destaques da Revestir 2018

Por: Renata Mello
A Expo Revestir 2018 ocorreu em São Paulo no período de 13 a 16 de Março no Transamérica Expo Center reunindo fabricantes, empresários, arquitetos e designers de todo o país que vieram trocar suas experiências, fazer negócios e identificar os lançamentos do mercado da construção.
Os visitantes puderam encontrar muitas inovações, dentre elas destacam-se:
1. O piso fluído da 1ST Floor – o líquido aprisionado se movimenta conforme a pessoa caminha sobre ele.

Piso líquido

 Piso Fluído da 1 ST Floor – Foto: Renata Mello, 2018
2. Elementos decorativos autoadesivos da Mosartelab e 1ST Floor – as peças foram desenvolvidas para criar ambientes únicos, de forma rápida e descomplicada.

Laminados bambu

Laminados em Bambu da Mosartelab – Foto: Renata Mello, 2018

Decorativos em cortica

 Elementos decorativos em cortiça da 1ST Floor – Foto: Renata Mello, 2018
3. Os revestimentos geométricos e com relevo da Castelatto, Level Acabamentos e Portobello.
Revestimentos da empresa Castelatto – Foto: Renata Mello, 2018

Revestimento Level

Revestimento da empresa Level Acabamentos – Foto: Renata Mello, 2018

Portobello

Revestimento da empresa Portobello – Foto: Renata Mello, 2018
4. Torneira com bica flexível da Perflex – A empresa apresentou uma torneira que permite uma interação lúdica do usuário com o produto.

Bica flexivel

Torneira com bica flexível da Perflex – Foto: Renata Mello, 2018
5. Louças, metais, acessórios sanitários (Rocae puxadores (Zen Gallery–  Com acabamentos cromados, dourados ou acobreados nas versões brilhante ou fosca.
Louças e metais da Roca – Foto: Renata Mello, 2018

puxadores

Puxadores da Zen Gallery – Foto: Renata Mello, 2018
6. Reservatório para captação de água do chuveiro (Acqua Return Shower) – A Deca apresentou como novidade um reservatório para ser instalado externamente embaixo do chuveiro. Esse equipamento tem como finalidade armazenar temporariamente a água fria que seria desprezada em período que antecede o aquecimento da mesma e reinseri-la no sistema do chuveiro lentamente, impedindo que o usuário sinta a diferença de temperatura. Com essa tecnologia, os litros de água antes descartados podem ser efetivamente utilizados, evitando o desperdício.

Chuveiro

Sistema Acqua Return Shower da Deca – Foto: Renata Mello, 2018
7. Assento tecnológico para vaso sanitário – diversas empresas apresentaram essa tendência, tais como Deca, Roca e Laufen. A proposta é oferecer ducha higiênica com secagem no próprio assento. Além disso, alguns produtos também possuem a opção de aquecimento do tampo, para melhorar o conforto térmico dos usuários nos dias invernais.

Assento inteligente

Vaso suspenso  com assento da Laufen – Foto: Renata Mello, 2018
8. A arte como inspiração para os novos revestimentos – Essa foi a proposta da empresa Portinari que soube incorporar estes dois universos com maestria.

Portinari

Coleção Bailarinas de Portinari – Foto: Renata Mello, 2018
A Expo Revestir tem melhorado a cada ano. Que surpresas surgirão para os visitantes na próxima edição? Vamos aguardar!

5 Tendências da Paralela 2018

Por: Renata Mello

A 33ª Paralela, feira voltada aos profissionais da arquitetura, design de interiores e lojistas, ocorreu entre os dias 19 a 21 de fevereiro no Pavilhão da Bienal.

Nesta ocasião, os visitantes puderam conferir as novidades expostas por artesões, designers e empresas com o objetivo de identificar as tendências e realizar novos negócios, movimentando assim, a chamada economia criativa.

Confira as 5 principais tendências identificadas por Renata:

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Fotos: Renata Mello, 2018
Lista dos fornecedores citados:
1. Carol Gay
2. Casa Costillas
3. Coletivo D +: contatocoletivoD@gmail.com
4. Cristais Cá D`Oro
5. Divinités: divinites-2@uol.com.br
6. Edson Nunes: edson@designbyedsonnunes.com.br
7. Estúdio Luis Guimarães
8. Estúdio Paulo Alves
9. Estúdio Tiago Curioni
10. Filipe Ramos Design
11. Glass 11: contato@glass11.com.br
12. Leonardo Bueno Art & Design
13. Linha Bloom
14. Mel Furniture
15. Ocre Estúdio de Design
16. Plástico Bolha Store
17. Studio Lopomo
18. Studio Massa
19. Traço
20. Vivacità Design: vivacitadesign@hotmail.com