Curso:: Universo das cores na arquitetura de interiores: teoria e prática

Por: Renata Mello

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Foto: Pixabay

No primeiro semestre de 2018, Renata Mello ministrará o curso “Universo das Cores na Arquitetura de Interiores: teoria e prática” na Universidade Aberta do Tempo Útil da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

O objetivo será instruir os alunos sobre o universo teórico e prático das cores para a aplicação harmônica nos diversos estilos de arquitetura de interiores. As inscrições estão abertas para todos os interessados maiores de 18 anos. As aulas serão terças ou quintas-feiras no período da manhã ou tarde em 16 encontros de 90 minutos. 

Valor do Investimento: 5 parcelas de R$ 160,00.

Para maiores informações: http://up.mackenzie.br/extensao/uatu/

 

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20 Doxx Art Gallery 17

Por: Renata Mello

A Doxx Art Gallery recém inaugurada na Vila Madalena traz artistas com histórias de vida distintas e com expressões muito particulares, mas que possuem como denominadores comuns as cores vibrantes e as temáticas próprias da Street Art e da Arte Contemporânea. 

Para abrilhantar a inauguração deste novo pólo de arte de São Paulo, o espaço apresenta trabalhos de 7 renomados artistas brasileiros: Humberto Furtado, Marcio Ficko, Leiga, Lucio Carvalho, Nove, Shima, Ricardo AKN, que podem ser conferidos até dia 28 de Janeiro. 

Veja algumas obras selecionadas por Renata:

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Fotos: Renata Mello

Iuri Sarmento: Um artista singular

Por: Renata Mello

O artista mineiro Iuri Sarmento possui uma obra singular. Seus trabalhos refletem suas paixões pela pintura, moda, cerâmica e porcelana. Com muita habilidade, transita por todas estas áreas para compor suas peças, usando cores e formas muito brasileiras.

Durante sua formação em artes plásticas, buscou aprender serigrafia e litogravura para expressar composições criativas inspiradas nas estampas das vestimentas. Interessante observar que até hoje, suas telas retratam através de cuidadosas pinceladas, desenhos e texturas típicas de tecidos.

Além disso, o artista possui especial apreço pelos azulejos europeus. Este fascínio nasceu durante o período em que residiu na Bahia e o instigou a produzir quadros compostos por azulejos desenhados por ele. 

Já sua afeição pela porcelana veio posteriormente, motivando-o a buscar antiquários para adquirir peças exclusivas. No entanto, seu espírito criativo o levou a quebrar cada uma delas, para depois reconstruí-las com uma nova configuração.

Essa mescla de interesses só poderia resultar em criações únicas e expressivas, que podem ser conhecidas a seguir:

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Fotos: Renata Mello, 2017

Para quem tem interesse em conferir os trabalhos do artista, basta visitar a exposição “Quimera Tropical” até 21 de Dezembro na Arte Hall Galeria, localizada em São Paulo.

Fluxonomia 4D: Uma ferramenta de futuro

Por: Renata Mello

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Fonte: Pixabay

Você já ouviu falar de Fluxonomia 4D?

Datise Biasi, consultora da empresa Crie Futuros, fez esse questionamento durante sua palestra no Unibes Cultural no último dia 16. Ela faz parte de um grupo liderado pela futurista Lala Deheinzelin que auxilia empresas a se conectarem com as mudanças econômicas e novas formas de trabalho através da ‘Fluxonomia 4D’.

Segundo, Datise, a Fluxonomia “é uma ferramenta de gestão e colaboração que combina futuro com novas economias” e está organizado em 4 dimensões, expostas a seguir:

1. Dimensão Cultural (Economia Criativa): Consiste em detectar os conhecimentos existentes, habilidades pessoais, experiências de vida, valores e histórias. Busca-se num primeiro momento, identificar os elementos em potencial para se trabalhar.

2. Dimensão Ambiental (Economia Compartilhada): Mapeia-se nesta fase os recursos naturais, os espaços, os equipamentos. Define-se a infraestrutura necessária para aplicar a fase anterior.

3. Dimensão Social (Economia Colaborativa): Que pessoas poderão se juntar em prol do mesmo trabalho ou ação? Etapa para reconhecer as comunidades, redes sociais e organizações convergentes.

4. Dimensão financeira (Economia Multimoedas): Resultado sobre a aplicação das etapas anteriores, que poderá ser em dinheiro, satisfação ou mesmo em reputação.

Essa ferramenta foi desenvolvida para auxiliar as pessoas e as corporações neste momento de transição, da Era Industrial para a Era da Informação. Uma mudança significativa, em que o capital era obtido por algo tangível e agora passa para o intangível. Novos tempos que exigem outras formas de ação.

Que venham as mudanças!

Para saber mais: Fluxonomia 4D

Nota: As informações desta matéria foram baseadas na palestra proferida por Datise Biasi durante o encontro mensal do MaturiJobs que ocorreu em Novembro no Unibes Cultural/SP.

Cohousing: Uma alternativa promissora

Por: Renata Mello

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Fonte: Pixabay

Já parou para imaginar como serão os próximos anos de sua vida? Quais pessoas irão morar com você? Que local viverá? Que atividades pessoais e profissionais estará desempenhando? Estas foram algumas perguntas que docentes da UNICAMP se fizeram.

A partir destas inquietudes decidiram pesquisar modelos de habitações que poderiam proporcionar maior qualidade de vida, sem onerar muito nos custos e que ao mesmo tempo ampliasse as relações sociais. Como resultado deste processo descobriram que a modalidade de Cohousing, originária da Dinamarca, é um modelo viável também em terras brasileiras.

As estruturas de Cohousing possuem sempre casas privativas para todos os moradores e uma espécie de clube interno, local onde converge as atividades coletivas, como reuniões, festas e almoços de confraternização, o que estimula a convivência entre as pessoas que ali residem, reforçando muito os laços sociais.

A constituição desta modalidade de moradia, consiste em um primeiro momento, agrupar pessoas com interesses afins e que estão dispostas em residir em “condomínios intencionais”.

Identificado os possíveis moradores, formaliza-se uma associação em que são definidos em grupo, as regras que estarão vigentes no residencial. No caso brasileiro, a primeira Cohousing ainda está nesta fase de formalização, mas já foi batizada de Vila ConViver.

Num segundo estágio adquiri-se um terreno que atenda a demanda desta comunidade. Após definido o local, todos os envolvidos corroboram no desenvolvimento do projeto arquitetônico junto de profissionais da construção.

Além do projeto arquitetônico possuir uma co-participação de todos os envolvidos, as demais definições operacionais e de manutenção seguem a mesma prática democrática.  Todos os residentes possuem o mesmo poder de decisão, não havendo hierarquia dentro desta estrutura. Outra característica comum deste modelo é que os integrantes pagam uma taxa mensal, destinada a manutenção das áreas verdes e edificações comuns.

E quais são as vantagens de viver em uma Cohousing?

As vantagens de optar em viver em uma Cohousing é a construção de uma rede de parceiros e amigos que compartilham as alegrias e as tristezas naturais da vida, o que enriquece a experiência humana. Os integrantes costumam ter diversas idades, permitindo a troca intergeracional. No caso brasileiro, o primeiro conjunto será destinado a idosos, mas esse modelo, não é necessariamente o padrão. O fator econômico também se destaca como uma vantagem, pois os gastos coletivos são distribuídos igualmente entre todos, suavizando as despesas no final do mês.

Sem dúvida, um modelo muito convidativo de morar!

Nota: As informações desta matéria foram baseadas nas palestras de Laura Fitch e de Sérgio Mühlen (Vila ConViver) apresentadas durante o “1°Fórum de Moradia para a Longevidade” promovido pelo Secovi, Estadão e Imaginare no dia 9 de Novembro em São Paulo.

Naji Ayoub: Pintura e Expressão

Por: Renata Mello

O empresário e pintor libanês Naji Ayoub recebeu em sua casa-ateliê na última quinta-feira (8), arquitetos e amantes da pintura para conhecerem seu refúgio urbano e suas últimas produções.

As obras expostas retratam a alma livre e ao mesmo tempo intensa deste artista, que encontrou sua paixão pelas cores desde muito cedo. Ao longo dos anos experimentou muitas formas de expressão em seus quadros, identificando-se com o estilo abstrato. Suas telas variam entre pinceladas mais soltas ou precisas, dependendo de sua intenção.

O que se destaca ao observar seus últimos trabalhos é a luminosidade obtida através do uso do branco e pela adoção principalmente de tons vibrantes de azuis e verdes. Os amarelos e vermelhos são utilizados com mais moderação, mas equilibram suas composições. O registro desta visita, você confere a seguir:

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Futuro: Tecnologia e Colaboração

Por: Renata Mello

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Imagem: Pixabay

Quais serão as questões que enfrentaremos em um futuro próximo? A tecnologia poderá atrapalhar nas relações humanas? Como será nossa convivência com robôs cada vez mais inteligentes?

As perguntas sobre o futuro são inúmeras, mas saber o que de fato viveremos, só os anos dirão. Se olharmos para o passado, notaremos que nos últimos 10 anos muitas coisas mudaram, os smartphones, por exemplo, surgiram trazendo facilidades de comunicação e acesso a internet antes inimagináveis. A tecnologia influenciou nossas relações humanas e continuará transformando nosso dia a dia. Mas, ao invés de afastar as pessoas poderá uni-las ainda mais.

Observar para onde os ventos da inovação estão apontando é fundamental, para se preparar para estes novos tempos. Todas as áreas profissionais serão impactadas e outras deixarão de existir. Novas formas de morar, trabalhar e nos relacionar pouco a pouco estão sendo criadas.

As habitações no sistema de Cohousing serão cada vez mais frequentes. Nelas as áreas comuns são compartilhadas e o espírito de comunidade mais acentuado. Seguindo a mesma lógica os escritórios de Coworking  também estimulam a dividir o espaço com profissionais de diversas áreas e dessa convivência podem surgir parcerias de trabalho e um enriquecimento pessoal e cultural muito elevado.

Outra tendência é do consumo colaborativo, em Portugal há uma iniciativa para reduzir o desperdício de frutas, verduras e legumes que não estão dentro das características aceitáveis pelo mercado. O projeto “Fruta Feia” recolhe os alimentos que estão fora do padrão e comercializa a preços mais populares entre os associados, que recebem semanalmente uma cesta com os produtos diversificados.

Além disso, a economia compartilhada também é uma realidade, empresas como Uber, Airbnb e Couchsurfing estão dentro desta onda. O que elas tem em comum? Transformam elementos ociosos em ativos. Condutores com carros particulares eram potencialmente motoristas que poderiam prestar o serviço de ir e vir com passageiros. A Uber viabilizou a inserção desses potenciais profissionais e alterou a dinâmica desse mercado.

Já a Airbnb conecta pessoas dispostas a alugar parte de seus imóveis a turistas ou demais interessados ativando novas formas de relações pessoais e econômicas. Por sua vez, o Couchsurfing oferece um sofá amigo sem custos a viajantes. O dono do imóvel se cadastra oferecendo esse espaço para receber sempre um novo hóspede em sua casa.  

Vale destacar, que foi através da tecnologia que essas pontes puderam ser criadas, conectando pessoas diferentes com interesses comuns. Os aplicativos de celular, encurtaram ainda mais o acesso a estas empresas.

A partir deste panorama é possível dizer que no futuro haverá mais iniciativas colaborativas integrando pessoas de diversas áreas para que juntas, possam trabalhar em um projeto ou causa comum e a tecnologia estreitará ainda mais esses contatos. O futuro será da tecnologia e da colaboração!