7 Tendências da Revestir 2017

Por: Renata Mello

A Expo Revestir é uma importante feira do setor da construção, por trazer principalmente os lançamentos de revestimentos, louças e metais sanitários. No início de março, em sua 15° edição atraiu diversos profissionais, de design de interiores, arquitetura, engenharia e áreas correlatas para os fóruns temáticos e estandes de grandes fabricantes. 

A arquiteta Renata Mello, assistiu as atividades do Fórum destinado ao “Construtor” e circulou entre as novidades para detectar tendências. As informações de destaque foram:

1. Durante o Fórum, as pesquisas expostas pela empresa Neoway Criactive indicaram que nas principais capitais brasileiras, os novos empreendimentos residenciais apresentaram redução do número de dormitórios e metro quadrado das unidades, alinhado com soluções espaciais mais integradas, sem divisórias entre os ambientes e isso será uma propensão para os próximos lançamentos.

2. A diversidade de cores e materiais tem crescido ano a ano, permitindo maior liberdade de criação dos profissionais. Nessa edição o destaque para as texturas e cores ficaram com as empresas de laminados PertechFórmica® ao apresentarem seus lançamentos de forma criativa e com ampla variedade de acabamentos.

Foto 1 e 2: Stand da Pertech – Renata Mello
Foto 3: Stand da Fórmica® – Renata Mello

3. Uma tendência que permanece muito forte, está ligada ao resgate das raízes, a brasilidade está em alta! A Oca Brasil, empresa focada em revestimentos de madeira, possui uma linha conhecida como tribal com motivos étnicos e geométricos que já ganhou destaque em 2016. Esse ano o lançamento ficou com os painéis ripados de Teca.

Foto 4/5/6: Stand da Oca Brasil – Renata Mello

4. As peças transparentes e com iluminação também se destacam na atualidade. A empresa especializada em acessórios de banheiro Crismoe expôs uma linha de resina poliéster criada pela R. Szpilman Design, que conectada a um sensor de presença se ilumina com a chegada do usuário no ambiente.

Foto 7/8/9: Stand da Crismoe – Renata Mello

5. A tecnologia aplicada a produtos inovadores também é uma constante. Um destaque da feira foi o chuveiro elétrico da Lorenzetti com resistência plana, com duas opções de jato, controle de temperatura e design arrojado. 

Foto 10/11: Stand da Lorenzetti – Renata Mello

6. Outra oferta recorrente da Revestir foram as torneiras e registros acionados por alavanca e mono comando expostas pela Deca, Docol e  Perflex metais. Sem dúvida, produtos mais alinhados a funcionalidade, que atendem aos mais diversos públicos sem perder o refinamento estético. 

Foto 12: Stand da Deca (peça em cobre) – Renata Mello
Foto 13: Stand da Perflex (peça cromada) – Renata Mello
Foto 14: Stand da Docol (peças coloridas) – Renata Mello

7. Mais um destaque, refere-se a ligação com os elementos naturais em contraponto com a tecnologia e vida acelerada das grandes cidades. Nessa reflexão, os revestimentos rústicos da Palimanan trouxeram essa proposta para a decoração.

Foto 15/16: Stand da Palimanan – Renata Mello

Os sete destaques da Revestir, segundo a arquiteta não buscam esgotar os lançamentos e inovações da feira. Grandes empresas abrilhantaram com outras formas e acabamentos, que possibilitarão a concretização de projetos criativos dos designers e arquitetos. Que venham os projetos!

 

Sustentabilidade na Habitação Social no Brasil: Conjunto Maravilha em Fortaleza

Artigo apresentado no 3 ° Congresso Internacional – Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social em 2014

Sustentabilidade na Habitação Social no Brasil: Conjunto Maravilha em Fortaleza

Autoras:

Maria Augusta Justi Pisani
Profa. Dra. PPPG FAU UPM, Mackenzie, Brasil. E-mail: augustajp@gmail.com

Gilda Collet Bruna
Profa. Dra. PPPG FAU UPM, Mackenzie, Brasil. E-mail: gildacbruna@gmail.com

Renata Lima de Mello
Profa. Me. FAU FIAM FAAM, Brasil. E-mail: renatamello@bioarq.com.br

Erika Ciconelli de Figueiredo
Profa. Me. FAU Mackenzie, Brasil. E-mail: erikadfr@gmail.com

Resumo: A avaliação da sustentabilidade em projetos de habitação de interesse social no Brasil é relevante tendo em vista que os edifícios consomem aproximadamente a metade da energia gerada no planeta e o déficit habitacional brasileiro passa dos seis milhões de unidades. Este artigo é parte da produção do projeto de pesquisa “Habitação Social no Brasil: projetos e sustentabilidade no século XXI” da Faculdade de Arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, com fomento do CNPq. O objetivo deste trabalho é analisar a sustentabilidade do Conjunto Maravilha na cidade de Fortaleza, promovido pela Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza, a partir dos quesitos apontados em manuais de avaliação e certificação de projetos e construções sustentáveis. O método aplicado compreendeu as etapas de: levantamento de dados secundários, levantamentos de campo com a aplicação de roteiro que contemple os quesitos de: qualidade urbana; projeto e conforto; eficiência energética; conservação de recursos materiais; gestão da água e práticas sociais. Esse roteiro foi elaborado a partir do Selo Casa Azul da Caixa Econômica Federal. Os resultados desta pesquisa demonstram que: há possibilidades de se produzir habitações de interesse social, contanto que o conhecimento técnico e científico disponível no Brasil seja aplicado desde a fase de projeto. Os
resultados desta pesquisa serão divulgados, juntamente com os demais conjuntos habitacionais analisados pelo grupo de pesquisa, para que seus parâmetros alimentem novas propostas projetuais de habitação social mais sustentável.

Palavras-chave: Habitação Social; Sustentabilidade na habitação; Conjunto Maravilha.

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Bibliografia:

PISANI, M.A.J.; BRUNA, G.C.; MELLO, R.L.; FIGUEIREDO, E. C.. Sustentabilidade na Habitação Social no Brasil: Conjunto Maravilha em Fortaleza. In: 3 ° CONGRESSO INTERNACIONAL – SUSTENTABILIDADE E HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL , 2014, Porto Alegre/RS. Anais eletrônicos… Porto Alegre: 3 ° Congresso Internacional – Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social, 2014.

Ensino e pesquisa em projeto de Arquitetura e Urbanismo: Método Design Thinking

Artigo apresentado no Congresso Internacional “O que é uma escola de Projeto na contemporaneidade – Questões de ensino e critica do conhecimento em Arquitetura e Urbanismo em 2013.

Ensino e pesquisa em projeto de Arquitetura e Urbanismo: Método Design Thinking

Autoras:

Renata Lima de Mello
Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, Brasil, renatamello@bioarq.com.br

Maria Augusta Justi Pisani
Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, Brasil, augustajp@gmail.com

RESUMO

Esse artigo tem como objetivo discutir a aplicação experimental do método Design Thinking em atividade de ateliê de projeto, a partir das experiências obtidas em 2011, na disciplina de pós-graduação: “Laboratório de Práticas de Arquitetura e Urbanismo”, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. O processo empregado junto aos discentes permeou a fase de estudos bibliográficos a partir de Rowe (1987), Brown (2010) e Foqué (2010), que elucidaram o método proposto. A partir da fundamentação teórica, iniciaram-se os primeiros estudos sobre o bairro da Luz, São Paulo, área definida para sofrer as intervenções projetuais. Os pesquisadores refletiram sobre os problemas locais e buscaram em grupo, soluções de projeto a partir de análise, discussão, visitas in loco, imersão e ciclo iterativo das proposições. Os resultados obtidos foram propostas urbanas contextualizadas com as questões sociais, ambientais, culturais e espaciais da região, tais como: valorização dos espaços de uso coletivo; ações visando à melhoria das condições econômicas dos moradores de baixa renda; equipamentos urbanos públicos e privados sustentáveis através do aproveitamento das águas pluviais, lajes-jardim, aplicação de materiais e técnicas de baixo impacto ambiental e participação da população no processo.

Palavras-chave: Métodos de projeto. Arquitetura e Urbanismo. Design Thinking.

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Bibliografia:

MELLO, R.L.; PISANI, M.A.J..Ensino e pesquisa em projeto de Arquitetura e Urbanismo: Método Design Thinking. In: CONGRESSO INTERNACIONAL “O QUE É UMA ESCOLA DE PROJETO NA CONTEMPORANEIDADE – QUESTÕES DE ENSINO E CRITICA DO CONHECIMENTO EM ARQUITETURA E URBANISMO”, 2013, São Paulo/SP. Anais eletrônicos…São Paulo: “O que é uma escola de Projeto na contemporaneidade – Questões de ensino e critica do conhecimento em Arquitetura e Urbanismo”, 2013.